Não é falta de conhecimento. Você tem o treinamento, a experiência clínica, a dedicação. O problema é o que acontece entre o momento que a criança entra no consultório e o momento que você fecha o prontuário.
“Na sua última consulta de crescimento, quantas fontes de dado diferentes você precisou consultar para completar a análise?”
Provavelmente foram algumas destas:
Variáveis. Em formatos diferentes. Em lugares diferentes.
Que você cruza mentalmente, em tempo real, no meio de uma consulta.
Você faz isso com competência. Mas esse modelo tem um custo que os médicos raramente admitem em voz alta:
Isso não é culpa sua. É limitação de modelo.
Durante anos fiz a avaliação do crescimento do jeito que aprendi: calculava na mão, plotava nas curvas, cruzava com a estatura-alvo, comparava com o prontuário anterior.
Busquei ferramentas que resolvessem isso. Não encontrei nada desenvolvido para a realidade brasileira. Então decidi construir.
“Funcionava. Mas era lento, trabalhoso, e em dias de agenda cheia a margem de variabilidade interpretativa aumentava de uma forma que me incomodava profundamente.“
“Não sou desenvolvedora de software. Mas sei exatamente o que um endocrinologista pediátrico precisa ver, em que ordem, com quais referenciais, para fazer uma análise de crescimento completa e consistente.”
Trouxe esse conhecimento clínico para uma equipe especializada. E ao longo de um processo de desenvolvimento e validação na minha própria prática, nasceu o Crescimento em Foco.
3 motivos sinceros para você entender o que está acontecendo aqui